olá fisioterapeutas!!!!

SEJA BEM VINDO

Da mesma forma que engenheiro não é mestre de obras,farmacêutico não é balconista de farmácia e o arquiteto não é decorador,o fisioterapeuta não é massagista.

 

O fisioterapeuta deve ter uma caixa de ferramentas repleta de técnicas. Da mesma forma que um mecânico não consegue consertar um carro com apenas uma chave de fenda (na verdade se o problema for muito simples ele consegue sim), o fisioterapeuta não consegue atender bem seus pacientes com apenas uma técnica em sua caixa de ferramentas. Devemos sempre buscar conhecer novas ferramentas para deixar nossa caixa bem robusta e conseguir consertar carros cada vez mais complexos.

1 de novembro de 2010 at 19:25 1 comentário

fisioterapia vira comercio

Fisionotícias

terça-feira, 26 de julho de 2011

FISIOTERAPEUTAS POTIGUARES NÃO PODEM MAIS VENDER SERVIÇOS EM SITES DE COMPRAS COLETIVAS

 

Os potiguares não vão mais poder comprar serviços de estéticas através dos sites de compras coletivas. A proibição foi feita pelo conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 1ª Região (Crefito 1) e abrange também os estados da Paraíba, Alagoas e Pernambuco. A determinação diz respeito a todo e qualquer tipo de atendimento que seja feito por fisioterapeutas, desde os estéticos aos de traumatologia, reumático e pilates.

A vice-presidente do Crefito 1, Luziana Maranhão alega que essa forma de venda infringe o Código de Ética, que determina a necessidade de uma avaliação antes de se indicar o atendimento. “Não se sabe se o paciente  precisa de uma, duas, ou cinco sessões e passam a vender o pacote. Não basta a indicação da patologia, tem que considerar todas as especificidades daquele caso”, justificou Luziana, acrescentando que é uma concorrência desleal, já que um determinado “serviço é leiloado para quem dá menos”.

Ainda segundo ela, os aspectos éticos da propaganda não são garantidos em compras eletrônicas coletivas, configurando-se em concorrência desleal. Além disso, o Conselho considera que a modalidade de compras não garante a qualidade do atendimento, já que não existe avaliação prévia, e que também não é permitida a divulgação de preços como acontece nos sites.

 

27 de julho de 2011 at 17:58 Deixe um comentário

fisioterapeuta é assim

http://youtu.be/6ayv_z7PxFM

2 de julho de 2011 at 12:25 Deixe um comentário

fisioterapeuta é assim

                                                                                                                   http://youtu.be/6ayv_z7PxFM

2 de julho de 2011 at 12:12 Deixe um comentário

propriocepção

Propriocepção

A propriocepção é um conceito muito difundido e utilizado na fisioterapia. Nada mais é do que a percepção que você tem de si e do mundo a sua volta. Quando você abraça uma pessoa, por exemplo, precisa saber onde ela está no espaço, com que velocidade, aceleração e intensidade vai se mover em direção a ela. Esse cálculo é realizado por receptores presentes em nosso corpo que entendem o ambiente e a ação, enviam as informações ao cérebro, que devolve uma resposta eficiente (no caso, o abraço).

É com base nesse conceito que fisioterapeutas trabalham para recuperar lesões ou mesmo evitá-las. “Desde pequeno, armazenamos informações sobre nossos movimentos no cérebro. À medida que crescemos, vamos refinando-as. Mas, quando temos uma lesão, essas informações são perdidas. A fisioterapia usa os elementos da propriocepção para treinar o cérebro, a fim de que ele volte a criar planos motores, informações”, afirma Gil Lucio Almeida, presidente do Conselho de Fisioterapia do Estado de São Paulo.

Em cirurgias de hérnia de disco, exemplifica o médico, a forma de andar e a postura acabam mudando. Com a propriocepção, o paciente usa as informações vindas dos músculos e articulações para reprogramar a postura. Quando uma pessoa engessa alguma parte do corpo por 30 ou 40 dias, terá que ensinar novamente o movimento a aquele membro. Dessa forma, lesões graves vão, aos poucos, sendo curadas até que o corpo volte a ser tão eficiente quanto antes.

A propriocepção é inerente ao ser humano, mas pode ser aperfeiçoada e treinada. “A ideia é gerar instabilidade para ganhar mais estabilidade”, afirma Marcelo Luiz de Souza, fisioterapeuta e professor de educação física. Os exercícios funcionais são, em sua maioria, baseados nesse conceito.

Para quem corre ao ar livre, por exemplo, o treino é feito para fortalecer as articulações e músculos. Pular com um pé só em uma cama elástica, mudar a direção com que sempre se faz um movimento ou subir em uma bola oferecem bons resultados. “Tudo o que envolva equilíbrio, ritmo e agilidade está trabalhando os proprioceptores. É uma propriocepção cosciente”, afirma Souza.

  Exercícios como esses também podem levar atletas à alta performance. “Os esportistas usam bastante as informações arquivadas no cérebro e de forma bem precisa. O treino ajuda a refinar essas informações e os movimentos passam a ser realizados mais eficientemente”, diz Almeida.

“Treinar na areia fofa, na grama ou em algum terreno instável manda novos sinais para o cérebro, que tem de criar novas respostas a esse estímulo, o que leva a um aprimoramento”, aconselha Marcelo Luiz de Souza.

  Segundo Gil Almeida, o conceito pode ser utilizado ainda para corrigir posturas durante a realização de exercícios. O médico sugere a realização de movimentos em frente a um espelho para que a pessoa possa ver seu erro, tomar consciência dele e mudá-lo. 

Fonte: IG Saúde

 

2 de julho de 2011 at 0:00 Deixe um comentário

testes para lesão de menisco

 

TESTES PARA VERIFICAR LESÕES NO MENISCO

A lesão do menisco geralmente ocorre por trauma rotacional. Com o pé apoiado no solo, a rotação se faz no fêmur – para dentro, nas lesões internas. E para fora, nas externas. O paciente refere dor e derrame articular, na maioria das vezes tardio. Não há estalo, o qual, quando presente.é característico de lesão do ligamento cruzado anterior. Pelo próprio mecanismo de lesão depreende-se que a lesão de menisco é sempre unilateral, sendo praticamente impossível ocorrer nos dois joelhos ao mesmo tempo.

Os testes para frouxidão ligamentar são obrigatórios, lembrando que o índice de lesão meniscal associada a lesão ligamentar é muito comum, variando de 34% a 98% dos casos.

Outro mecanismo de lesão meniscal traumática é o da rotação do corpo sobre o pé, com o joelho hiperfletido, como ocorre por exemplo na troca do pneu furado ou na jardinagem.

As manobras de Apley, McMurray  costumam ser suficientes para, com a história clínica, firmar o diagnóstico das lesões meniscais.

Exames Complementares

A Ressonância Magnética é considerada na literatura internacional como o “padrão-ouro” do diagnóstico por imagem nas lesões meniscais.

 

 

27 de junho de 2011 at 21:28 Deixe um comentário

incentivadores respiratórios

Incentivadores respiratórios

 

Sempre é bom ler a respeito,afinal são tantos os detalhes.

Muitos são os incentivadores respiratórios sobretudo os inspiratórios.Esses incentivadores são exercitadores respiratórios que tem como objetivo:

  • reexpansão pulmonar,
  • aumento da permeabilidade das vias aéreas
  • fortalecimento dos músculos respiratórios.

 Esses exercitadores ou incentivadores respiratórios são recursos mecânicos da fisioterapia respiratória, normalmente destinados a auxiliar o desempenho muscular respiratório e a eficiência do trabalho mecânico da ventilação pulmonar, proporcionando aumento da oxigenação arterial. Normalmente, esses incentivadores respiratórios caracterizam-se por serem equipamentos portáteis, em geral de plástico ou material semelhante, e de baixo custo. São de fácil manuseio, descartáveis, e podem ser utilizados tanto em adultos como em crianças. Todos os incentivadores respiratórios fundamentam-se no oferecimento de uma resistência (carga) à respiração espontânea do paciente. Essa resistência pode ser exercida por carga pressórica alinear ou por carga pressórica linear

Incentivadores Respiratórios de Carga Pressórica Alinear
Apresentam uma resistência desconhecida, durante o ciclo respiratório, pois não há conhecimento prévio da força a ser exercida pela musculatura do paciente, porém alguns aparelhos fornecem escalas de fluxo ou volume.

Incentivadores Respiratórios de Carga Pressórica Linear
São considerados fluxo-dependentes, pois o fluxo de ar só é gerado quando uma pressão inspiratória é realizada pelo paciente. Possuem uma mola (spring loaded) ou por sistema de peso.

Incentivadores Inspiratórios
Lançado em 1976 é uma modalidade de terapia respiratória profilática, segura e eficiente, porém não deve substituir qualquer técnica.

Tipos:
Fluxo: São mais baratos, porém durante a sua utilização a tendência é que ocorra um fluxo turbilhonar, o que pode gerar mais trabalho ventilatório para o paciente. Fluxo turbulento inicial, alteração no trabalho ventilatório, alterando o padrão de ventilação.
Volume: São mais caros, durante a sua utilização, o fluxo é menos turbilhonar, se comparado aos incentivadores a fluxo, o que gera menos trabalho ventilatório e altera menos a biomecânica ventilatória do paciente. Volume de treinamento constante até atingir a capacidade inspiratória máxima ou nível pré fixado pelo terapeuta.
Calculando o progresso:
Diretamente proporcional ao tempo que a esfera é mantida no topo da câmara. Cada bolinha representa uma lobo do pulmão.A partir daí tem-se  a noção da capacidade inspiratória pulmonar,ou seja se o paciente está ventilando com base ,meio ou ápice pulmonar
É necessário  que:
paciente esteja lúcido, orientado, cooperativo e motivado
Sentado em posição confortável
Prescrição da carga pelo fisioterapeuta
Trabalho monitorizado
Vantagens:
Diminui o aparecimento de atelectasias;
Diminui o shunt, hipóxia e hipercapnia;
Melhora a insuflação pulmonar;
Otimiza a mecânica da tosse.
Contra-Indicação:
PO imediato (dor, WR)
Sem hiperinsuflação ou quadros infecciosos
Tipos de incentivadores Respiratórios
Voldyne: (à volume)
5000– modelo adulto – coluna graduada, indicador de limitação do incentivo, traquéia e bucal.
2500 – modelo pediátrico – coluna graduada, indicador de limitação do incentivo, traquéia e bucal.
O paciente deve realizar uma série de 5-10 incursões ventilatórias .
Triflo II: (à fluxo) Composto de 3 esferas coloridas, e não obstruem as válvulas de entrada de ar, possui filtro, traquéia e bucal.
Respiron: (à fluxo)
O fluxo é variável em função do tempo de incentivo. Serve para trabalhar uma respiração sustentada máxima. O paciente deve inspirar de forma que as três bolinhas do aparelho subam aproximadamente 5-10 segundos.
Pode ser utilizado tanto no pré como no pós operatório
Treshould: (treino de força muscular) incentivador de carga pressórica linear
A duração da inspiração deve ser de 40 a 50% do tempo respiratório total.
Indicação:
Diminuição da força e endurance dos músculos respiratórios.
Características: Tubo com orifício na extremidade, o qual é obstruído por um diafragma e uma válvula com mola regulável. Esta válvula permite a passagem do ar inspirado através do orifício, durante o treinamento da musculatura respiratória, somente após ter sido alcançada a pressão inpiratória pré determinada.
Inspirix: (à fluxo)
O fluxo é variável, em função do tempo de incentivo. Auxilia no PO.
Flutter:
Sua função é promover a desobstrução brônquica, auxiliando pacientes hipersecretivos e com fibrose pulmonar, auxilia nas trocas gasosas e na reexpansão pulmonar.
O aparelho é semelhante a um cachimbo que no seu interior possui uma bilha de metal acima de um cone. Durante o ato expiratório, a combinação da bilha com o ângulo do cone oferece uma resistência oscilatória ao fluxo. A resistência varia em função da bilha estar impedindo mais ou menos o fluxo expiratório, podendo criar uma pressão positiva expiratória de 10-25 cm H2O, enquanto o ângulo do cachimbo faz com que a válvula vibre para frente e para trás a, aproximadamente, 15 HZ. Esta variação no fluxo expiratório favorece o deslocamento de secreções brônquicas e estimula o reflexo da tosse.
Durante a realização da técnica, o paciente deve estar, de preferência, sentado numa posição mais confortável possível, com seu tórax ereto. Deve-se pedir ao paciente para realizar uma inspiração profunda e, em seqüência, acoplar o Flutter à boca e expirar de forma mais forte e rápida que puder, mantendo esta expiração ao final por, aproximadamente, 3 a 5 segundos. A técnica deve ser repetida em seqüências de 4 a 8 repetições, sem se esquecer de deixar o paciente descansar após ter tossido.
Indicações:
Tosse produtiva, Bronquite Crônica, bronquiectasia, instabilidade traqueobrônquica, mucoviscosidade,
fisioterapia pré e pós-operatória
Peak Flow
Mensuração do fluxo expiratório máximo instantâneo, surgiu em 1959 com a finalidade de avaliar o grau de obstrução brônquica em várias patologias pulmonares (DPOC). Avalia também o grau de reversibilidade ou não do BE após uso de broncodilatadores por via sistêmicas e por via inalatória.
Vantagens:
Permite ao fisioterapeuta avaliar com segurança a gravidade da obstrução brônquica;
Avaliação rápida e segura em casos específicos de reversibilidade da obstrução brônquica, frente ao procedimento terapêutico realizado.
Aireze:
Inspirômetro de incentivo à fluxo de baixa resistência, com facilidade de uso, tanto para crianças como para adultos. Trabalha a inspiração profunda (reexpansão).
PO – dor – a tendência da respiração é ser superficial.
Este aparelho serve para prevenir complicações respiratórias no pré e pós-operatório.
Como usar:
Colocar o aparelho na posição certa e expirar normalmente, com os lábios comprimidos ao redor do bucal;
Inspire profundamente fazendo subir a bolinha, até o valor desejado;
Sustente a inspiração e continue a inspirar e detenha o valor indicado;
Deixe a bolinha cair na base;
Expire e relaxe, retire o bucal e respire normalmente. Repita o exercício como descrito pelo fisioterapeuta.

 

27 de junho de 2011 at 21:15 Deixe um comentário

metafisica das doenças vol I

luiz-a1-gasparetto-metafisica-da-saude-vol-i

24 de junho de 2011 at 21:54 Deixe um comentário

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